Lista de Natal – para agradar

Dezembro, aquele mês que começa de costas, já vai em frente, trazendo o estresse da procura de presentes de Natal. Melhor manter a calma e buscar boas leituras para até para quem não gosta de ler. A primeira das três listinhas de sugestões natalinas segue abaixo.

Ambição na medida certa

O final do ano é tido como uma época de balanços pessoais. Reflete-se sobre o que viveu, sobre o que se realizou e também começamos a pensar sobre o novo ano que se descortina. Sonhos, desejos e metas são retomados, alguns planejam, outros ficam apenas no plano dos sonhos.

A culpa é da imprensa

A vilania impera em Última Hora (Record, R$ 44,90), de José Almeida Júnior que venceu o prêmio Sesc 2017 na categoria romance. A falta de caráter é a mola propulsora de uma trama que mistura personagens reais com fictícios para falar de um tema atualíssimo: a manipulação da informação por motivos políticos. De um lado está o ex-ditador Getulio Vargas, que financia a criação do jornal Ultima Hora, de Samuel Wainer, para ser a voz de apoio ao governo, violentamente criticado por toda a imprensa. Do outro, o jornalista e deputado Carlos Lacerda, o vilão deste thriller, à frente da oposição a Vargas, mas apenas uma das figuras capazes de qualquer torpeza para satisfazer seus interesses.

Folhetim: o irresistível processo de fidelização do leitor

Faz quase 200 anos que os jornais franceses inventaram a fidelização do público oferecendo entretenimento puro e simples. Em 1836 surgia o folhetim, uma narrativa que se infiltrava na cabeça do leitor e garantia a vendagem das publicações. Terminada a série, os capítulos eram reunidos em volumes, colecionados avidamente pelos admiradores daquelas aventuras. Com Os três mosqueteiros, Alexandre Dumas sacramentou o spin-off. O sucesso das aventuras de D’Artagnan, Athos, Porthos e Aramis foi tamanho que rendeu duas extensas sequências – Vinte Anos Depois (Zahar, R$ 129,90), novo título da Coleção Clássicos Zahar, e o Visconde de Brangelonne.

Quais são os seus paradigmas?

A palavra paradigma deriva do Grego paradeigma “padrão, exemplo, modelo”, de paradeiknynai, que significa “mostrar, representar”. Hoje é usada para definir modelo, teoria, percepção, pressuposto ou padrão de referência.

Tremendões e ternurinhas

wanderleaOs inacreditáveis 71 anos da cantora Wanderléa não correspondem à idade verdadeira da “Ternurinha”. A fisionomia jovem da veteraníssima musa da Jovem Guarda esconde uma senhora de ... 73 anos. Este é um dos segredos que Wanderléa revela em sua autobiografia Foi Assim (Record, R$ 39,90), em que relembra sua carreira, fala dos amigos Roberto e Erasmo Carlos, da imensa família (nove irmãos, todos com o prefixo “Wander” nos nomes), dos amores e das tragédias pessoais, como a morte do filhinho de dois anos, Leonardo, superadas com o apoio dos admiradores e a espiritualidade. 

Páginas – nem sempre felizes - de muitas histórias

cronicasdogolpeFaz um ano e meio que Dilma Roussef foi afastada da Presidência da República e o Brasil passou a assistir a discussões entre Legislativo e Judiciário sobre cassações políticas, enquanto o parlamento apreciava e homologava alterações nas leis trabalhistas e de conservação ao meio ambiente, entre outras. Parte deste curto período histórico foi analisado semanalmente por Felipe Pena em textos publicados semanalmente no jornal carioca Extra, reunidos em Crônicas do Golpe (Record, R$ 29,90), selecionados pelo único critério, explica o autor em nota, de relacionar-se com o tema que dá título ao livro.

Revelações de senhoras discretas

georgeeliotRespeitadíssima pelos especialistas em literatura, George Elliot é talvez a menos badalada romancista inglesa do século XIX, sem a popularidade – fora da Inglaterra, pelo menos - de Jane Austen ou das irmãs Brontë. Por boa parte da vida manteve o estado civil de solteira, mas, ao contrário das suas precursoras, viveu abertamente casos amorosos, dividindo a casa com um homem casado legalmente com outra mulher. Charmosa, mas desprovida de beleza física, ela levou para suas histórias a superficialidade das relações sociais da época, um contraste permanente com o moralismo vitoriano, como se observa em Silas Marner, o tecelão de Raveloe (José Olympio, R$ 44,90), que aborda o isolamento de um homem a quem se imputou um crime não cometido e sua reintegração à sociedade quando adota uma criança abandonada.

Pelas águas e terras da Guanabara

nasaguasdestabaiaFoi numa travessia de barco pela Baía de Guanabara que o compositor e escritor Nei Lopes percebeu “um livro em potencial” com histórias fictícias sobre as ilhas e a população que se distribuiu pela região, à beira-mar. Sob o poético título Nas águas desta baía há muito tempo (Record, R$ 42,90) estão 18 “contos da Guanabara”, com personagens reais e ficcionais em situações imaginárias, durante a Revolta da Armada (1893–1894), quando os navios de guerra apontaram canhões para a cidade do Rio de Janeiro, em protesto contra o governo republicano.

Mindset Fixo e Mindset de Crescimento: o que são e como interferem no seu desempenho

Para explicar o que é Mindset Fixo e o que é Mindset de Crescimento, um bom exemplo é falar sobre como as pessoas lidam com o fracasso. Pessoas que ao passar por um fracasso e sentem que “são o fracasso” estão adotando o Mindset Fixo. Pessoas com Mindset de Crescimento acreditam que o fracasso é temporário e que com esforço poderão se superar e atingir melhores resultados.

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