Índice Nacional da Construção Civil varia 0,27% em setembro, diz IBGE

Destaque Índice Nacional da Construção Civil varia 0,27% em setembro, diz IBGE Foto: Divulgação Índice Nacional da Construção Civil varia 0,27% em setembro, diz IBGE

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE, apresentou variação de 0,27% em setembro, ficando 0,04 ponto percentual acima da taxa do mês anterior (0,23%). O indicador acumulado no ano foi de 2,98%. Já o acumulado nos últimos doze meses ficou em 4,25%, apenas 0,01 ponto percentual maior que os 4,24% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2016, o índice foi 0,26%. Clique aqui para ter acesso à publicação completa.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em agosto fechou em R$ 1.055,18, em setembro subiu para R$ 1.057,99, sendo R$ 539,52 relativos aos materiais e R$ 518,47 à mão de obra.

A parcela dos materiais teve aumento de 0,45% no mês de setembro, taxa inferior a registrada em de setembro de 2016 (0,59%). Já em relação a agosto de 2017 (-0,12%), a parcela dos materiais mostrou elevação significativa: 0,57 ponto percentual.

A variação da parcela da mão de obra foi de 0,08%, inferior à de agosto (0,60%) e a menor taxa dos últimos seis meses. De janeiro a setembro de 2017 os acumulados foram 1,58% (materiais) e 4,52% (mão de obra), e os acumulados dos últimos doze meses ficaram em 1,63% (materiais) e 7,18% (mão de obra).

A maior variação mensal foi da região Norte
Com alta na parcela dos materiais em 4 estados, e com a variação captada na mão de obra no estado do Pará, consequência de reajuste salarial de acordo coletivo, a Região Norte apresentou a maior variação regional em setembro, 0,66%.

Este mês todos as regiões apresentaram taxas positivas, conforme a seguir: 0,39% (Nordeste), 0,10% (Sudeste), 0,19% (Sul) e 0,34% (Centro-Oeste).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram para: R$ 1.059,63 (Norte); R$ 982,83 (Nordeste); R$ 1.104,79 (Sudeste); R$ 1.100,68 (Sul) e R$ 1.061,59 (Centro-Oeste).

Pará teve a maior alta
Decorrente de pressão exercida pelo reajuste salarial do acordo coletivo, o Pará, com 1,47%, foi o estado com a mais elevada variação mensal.

(Redação - Agência IN)